Sobre a impressora que imprime em 3D

Certa vez eu publiquei sobre uma impressora que imprimi em 3D.
Eu já devia ter postado isso antes, mas só me lembrei agora.
Pra quem não sabe eu sou graduando em Engenharia de Materiais na UFSC.

E a pouco tempo um amigo esteve trabalhando no CIMJECT, laboratório de injecção de polímeros, e eis que me deparo com a tal máquina.
Isso é o que ela faz, injecta polímero, formando a peça que se deseja, elas são desenhadas em programas pré-determinados, como no caso daqui, o Solid Works.

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Cotas nas universidades

Este assunto tão interessante é comum de se debater principalmente no meio no qual eu vivo, as Universidades Públicas: As Cotas.

Bom, todos sabemos que o Governo é incapaz de fornecer escola gratuita para todos e principalmente com um nível de ensino iual ao de uma Escola Particular.

Também sabemos que os Afrodescendentes passaram por problemas desde sua inda nos barcos portugueses ao Brasil. Foram escravizados e tudo o mais.

Agora, no entanto eu gostaria de perguntar o que isso tem a ver com as Universidades Públicas?

Muitos justificam que:

1.

“Como sabemos as Escolas Públicas não oferecem um ensino de qualidade, por isso, nos vestibulares dessas Universidades os seus alunos têm dificuldade em superar os outros que estudam em particulares.”

2.

“Como os afrodescendentes foram escravizados por muitos anos, nós devemos algo a eles, e como a maioria dos mesmos estudam em escolas públicas, demos a eles chance nas cotas.”

No entanto…

1.

Qual a culpa dos demais estudantes se o Governo tem essa incapacidade de dar um ensino de qualidade a seus alunos? Devem realmente pagar por isso aquele que tiveram sorte, por terem pais com possibilidades de bancar escolar particulares?
Em verdade eu dou minha opinião.
A princípio, eu acho que na teoria, Universidade Pública é pra quem precisa, e quem tem dinheiro para pagar ficaria numa Universidade Particular, no entanto, isso é difícil de acontecer, devido a grande diferença que muitas Uniersidades Públicas têm em realção ao reconhecimento no mercado de trabalho que tem uma Universidade Particular. Algo que é muito inverso ao que acontece com escolas de ensino fundamental e médio, e chega a ser cômico.
Até porque um aluno de escola públia que não passa no Vestibular por conta própria e não por cotas, vai passar como em matérias como Cálculo?

Por isso, eu creio que deveria não ter cotas, aliás, saiu no Jornal Nacional, sobre uma menina que tirou 100, (sim 100!) no ENEM, e estudava numa escola pública! Sabe por que isso? Porque ela persistiu e não caiu na comodidade de ficar culpando Deus e o Mundo resolveu fazer por ela mesma! E mostrou que esse negócio de ensino vem de casa e que quem realmente quer consegue! Pois, quantos alunos de escolas particulares não conseguem passar? Nesse Mundo faz diferença quem quer fazer diferença.

2.

Acho muito irritante essa parte dos afrodescendentes. No número, até dá pra entender, já que o Governo quer retribuir um pouco das porcarias que não fez. Mas, cotas para afrodescendentes?
O que eu tenho a ver com isso?
Isso não é RACISMO? Se não me diga o que é.
Porque é dessa forma que estaremos separando e elitizando, diferenciando um dos outros. E chegaremos a lugar nenhum com isso.

O que você pensa a respeito disso? Responda nossa enquete.

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Life Hack e Faculdade

A faculdade é um lugar complicado pro viajante de primeira viagem, principalmente àqueles que estudam, e moram, em cidades das quais não são natais. Se manter os estudos e a vida pessoal focadas o tempo todo já é difícil, manter uma produtividade ininterrupta ainda por cima é quase impossível. Para estes e outros problemas existe o lifehack.org, um blog de utilidade ímpar, que mantém leituras agradáveis sobre produtividade, trabalho e estudos.

Abaixo listo alguns posts do dito cujo que merecem atenção, especialmente aos graduandos:

Desde já, boa faculdade pros leitores (e pra mim, espero).

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Conhecimento Livre

Em época de vacas magras, enquanto ativistas se unem contra as barreiras impostas por patentes e copyright, a indústria se une e são travadas batalhas épicas (aqui, aqui e aqui). Mas onde estão as instituições nisso?

Toda essa briga é por direitos, correto? Você tem o direito de aprender. Certo, então que tal ler um livro? Oh, ele custa, e você não tem dinheiro? Ora, mas espere ai, são só um amontoado de folhas e tinta. O que?! R$ 112,00? Você está comprando o que, uma gráfica? O que há nesse livro para ele custar tanto assim?

Conhecimento. É isso que ele tem. Nada mais nada menos. As folhas e a tinta não custam muito. Os funcionários envolvidos ganhariam umas cinco vezes mais se todo o custo envolvido fosse revertido aos seus salários. Lucro sobre o seu conhecimento, é isso que está lá, nesses cem paus, um tipo de imposto sobre o que você pode aprender. O autor, ora, é o que menos lucra nesse sistema todo. Como resolver?

O OpenCourseWare, por exemplo, é uma idéia do MIT que objetiva distribuir o conteúdo das disciplinas dos cursos da universidade na íntegra, inclusive possibilitando cópias. Tudo free, tanto no falatório quanto na cerveja. Atualmente o projeto disponibiliza em torno de 1800 conteúdos disciplinares completos, boa parte deles com traduções para português, chinês e espanhol. Muitos deles, inclusive, apresentam conteúdos em áudio, vídeo e outras mídias. Pode-se até acompanhar a adição de cursos novos por um feed.

Outra iniciativa legal é de Nick Parlante, da Universidade de Stanford, que disponibiliza ótimos materiais de Ciências da Computação, só pra citar mais um exemplo. Aqui não posso deixar de citar o que Nick põe no final de seus textos, depois dos agradecimentos e dos conteúdos:

“That someone seeking education should have opportunity to find it. May you learn from it in the spirit of goodwill in which it is given.”

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