Recomeçando Politicamente
Depois de meses, resolvi superar o atrito estático, e iniciar no atrito dinâmico, que aliás, é muito mais fácil de vencer. Tudo isso raças a Política, já que milhares de conhecidos lançaram seus blogs nesse período, o que me incentivou a voltar a escrever.
Aproveitando, o período e a vontade, vamos ao principal assunto:
Política
Nesse último mês o Brasil inteiro esteve se movimentando a respeito das eleições, como as pessoas que lêem (a partir do janeiro de 2009 leia-se leem) esse blog são de várias cidades, e as eleições foram para prefeitos e vereadores, não irei falar de cidades específicas, mas sim num caso mais generalizado.
O que podemos perceber, é que, cada vez mais, os programas eleitorais têm tratado de ataques a candidatos, do que propor trabalhos.
É isso que acontece quando não se tem ninguém que realmente queira trabalhar pelo bem da cidade.
Aliás, atacar o adversário (salvo em condições de guerra real, ou batalhas, lutas, e esportes de combate), não é uma boa escolha, aliás, o maior exemplo pra mim foi a derrota de Geraldo Alckmin, que mesmo tendo vencido no primeiro turno, perdeu no segundo, devido a sua “agressividade” para com o “companheiro” (não, não sou petista) Lula. Acredito, seriamente, que os ataques feitos durante programas e debates ao governo do PT tenha desfavorecido Alckmin. Enquanto Lula falava de propostas, Alckmin, só fala em “Não Sabia”, mensalão, coisas das quais o povo já estava cansado.
E mais uma vez isso aconteceu em algumas cidades, muitos ataques, poucas propostas, vemos então, que o objetivo principal não é ser prefeito de uma cidade, e sim não deixar que o outro assim o seja.
Quando será que votaremos no melhor, ao invés do menos pior?
Comentários
2 Respostas para “Recomeçando Politicamente”
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Os ataques aos adversários só surtem efeito quando vêm acompanhados de propostas consistentes do candidato que parte para cima. No caso do Alckmin ele atacava mas não apresentava propostas. Seu marketing foi muito mal feito. Enquanto o Lula falava de um Brasil grande com petróleo e fim da dívida com o FMI, Alckmin falava em casa de taipa no nordeste. Faltou carisma e propostas, apesar de eu ter votado nele.
Isso aí John, mais um para o movimento político blogueiro! auhhuauhahua
O caso do Alckmin também entra naquela história do “picolé de chuchu”… ele não tem um grande apelo popular, é só ver como ele perdeu as eleições para a prefa de São Paulo agora…
Vamos continuar aí John!
Abraço!